quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Teto



Uma carta na mão,
mais uma canção...
Não preciso dizer, 
ou simplesmente olhar...
Você sabe até quando não eu...

Me faz sorrir quando preciso,
Faz-se exímio no improviso...
Caminha em meu ser interno
No acalento, afago singelo.
É o sol da manhã vindoura...

Repouso, pouso, oásis...
O recinto do que eu sinto,
As palavras do meu livro,
Meu porto secreto...
Do lar, meu teto.

Laíse Costa Oliveira